Me sinto estranhamente só, nesse final de dia, sem o som do rádio e da guitarra que me amam. Desprezo me despreza. Um banho de água fria agri-doce. Me vejo atrasado mais uma vez. Como pude me perder na alameda? Não ouço o que alguém diz. Cerro os olhos que alguém não vê, se posso chamá-los de doces... Como ela consegue? Como ele é tão forte? Me revela um segredo... Talvez eu nunca saiba curar uma ferida dolorida daquelas que infesta e embaralha, como uma menina que chora seu pranto no colo de seu ninguém (foi o melhor que alguém fez). Me deixa em paz, sossega leve, desaparece, quero viver!
segunda-feira, maio 12, 2008
NON DIS NON!
Me sinto estranhamente só, nesse final de dia, sem o som do rádio e da guitarra que me amam. Desprezo me despreza. Um banho de água fria agri-doce. Me vejo atrasado mais uma vez. Como pude me perder na alameda? Não ouço o que alguém diz. Cerro os olhos que alguém não vê, se posso chamá-los de doces... Como ela consegue? Como ele é tão forte? Me revela um segredo... Talvez eu nunca saiba curar uma ferida dolorida daquelas que infesta e embaralha, como uma menina que chora seu pranto no colo de seu ninguém (foi o melhor que alguém fez). Me deixa em paz, sossega leve, desaparece, quero viver!
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