Acordei assustado pensando ter alguém em casa me levantei ainda coçando os olhos passeei por todos os cômodos tateando a parede e os objetos terminando na varanda não havia ninguém o vento gelado passava pelo vidro e chegava até meu rosto bom era quando ele costumava dormir comigo sentei no chão de madeira olhando as árvores do jardim balançarem pr'me lembrar do que deveria esquecer parecia ser o dia mais longo da minha vida Quimeras me invadiam e todas as catástrofes pareciam acontecer dentro de mim não há nada de errado morri afogado uma vez queimado duas soterrado três e outras tantas arrastado pelo vento mas acho que os espíritos felinos me dispõem novamente a sala está em silêncio esqueci que os pássaros estavam de férias hoje tem vôo de balão mas eu não vou meus amigos anoréxicos n'em sei por onde andam e minhas mãos... pobres se eu soubesse o que tem que ser feito acho que vou dormir já que apagaram tudo e nada importa mais sem razão sem porquê seria tempo de aventura mas não é tempo do tempo ir e vir mas não é eu via os raios simplesmente me olharem eu envelheci sem ao menos me mexer risquei meu braço amassei o papel procurei um sonho e disse à plus tard
sábado, junho 21, 2008
DRUNKEN BUTTERFLIES! - IV
Acordei assustado pensando ter alguém em casa me levantei ainda coçando os olhos passeei por todos os cômodos tateando a parede e os objetos terminando na varanda não havia ninguém o vento gelado passava pelo vidro e chegava até meu rosto bom era quando ele costumava dormir comigo sentei no chão de madeira olhando as árvores do jardim balançarem pr'me lembrar do que deveria esquecer parecia ser o dia mais longo da minha vida Quimeras me invadiam e todas as catástrofes pareciam acontecer dentro de mim não há nada de errado morri afogado uma vez queimado duas soterrado três e outras tantas arrastado pelo vento mas acho que os espíritos felinos me dispõem novamente a sala está em silêncio esqueci que os pássaros estavam de férias hoje tem vôo de balão mas eu não vou meus amigos anoréxicos n'em sei por onde andam e minhas mãos... pobres se eu soubesse o que tem que ser feito acho que vou dormir já que apagaram tudo e nada importa mais sem razão sem porquê seria tempo de aventura mas não é tempo do tempo ir e vir mas não é eu via os raios simplesmente me olharem eu envelheci sem ao menos me mexer risquei meu braço amassei o papel procurei um sonho e disse à plus tard
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