Luísa era um pranto de interrogação no mundo. Eu não saberia falar muito sobre sua adolescência [emoção]. Luísa era um triângulo congruente. Ia desenhando por formas bobas, inocentes, descabidas, desconsertadas, sufocadas, forçadas por um chorículo magoado [desengano]. Saudade pr'a ela já não existia mais, era só mais uma mania de pessoas problemáticas. Luísa ajeitava sua franja enquanto se decidia para onde iria a geléia de mocotó: freezer ou geladeira [solidão]. Ela infelizmente havia percebido que a cor vermelha de seus cabelos suado, escorria entre seus finos dedos toque-nenhum [nenhum mesmo]. Luísa sentia um profundo Alasca ao seu redor. Precisava de um caça-fantasma de emergência pr'sugar tantas de suas falências. Ela queria ser forte. Sua sinusite a fazia cair... cair de verdade, o que facilitava o caminho pr'o seu necessitado coração [cuidado]. Luísa tinha mais problemas com acenos e desprendimentos que ela não sabia como lidar. Luísa tremia n'uma voluptosa instalação armada de desespero romancista. Era investigada por porte ilegal de fantasiamento. Era perseguida, e tentava escapar do inexplicável apego. Luísa tinha medo, e ainda tenta não padecer sob ele. Luísa está atrasada, pois precisa sair e, se esquecer de tudo lhe prometeram.
sexta-feira, novembro 07, 2008
DESESPERO CAROLINIANO! - II
Luísa era um pranto de interrogação no mundo. Eu não saberia falar muito sobre sua adolescência [emoção]. Luísa era um triângulo congruente. Ia desenhando por formas bobas, inocentes, descabidas, desconsertadas, sufocadas, forçadas por um chorículo magoado [desengano]. Saudade pr'a ela já não existia mais, era só mais uma mania de pessoas problemáticas. Luísa ajeitava sua franja enquanto se decidia para onde iria a geléia de mocotó: freezer ou geladeira [solidão]. Ela infelizmente havia percebido que a cor vermelha de seus cabelos suado, escorria entre seus finos dedos toque-nenhum [nenhum mesmo]. Luísa sentia um profundo Alasca ao seu redor. Precisava de um caça-fantasma de emergência pr'sugar tantas de suas falências. Ela queria ser forte. Sua sinusite a fazia cair... cair de verdade, o que facilitava o caminho pr'o seu necessitado coração [cuidado]. Luísa tinha mais problemas com acenos e desprendimentos que ela não sabia como lidar. Luísa tremia n'uma voluptosa instalação armada de desespero romancista. Era investigada por porte ilegal de fantasiamento. Era perseguida, e tentava escapar do inexplicável apego. Luísa tinha medo, e ainda tenta não padecer sob ele. Luísa está atrasada, pois precisa sair e, se esquecer de tudo lhe prometeram.
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