Coloquei meu capacete de astronauta, e fingi que nada era comigo. Me retraí com braços tímidos, cansado do lance pueril do corpo de qualquer um a fim. Dei de ombros para aquela confusão mundana em que as pessoas pareciam nada a ver. Meu sangue rosa chá já pedia socorro, clamando por você. E eu, por dentro já gritando "pelo amor de Deus", uma vez que ver você, tudo estaria a salvo.

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