Mandei você pro inferno, e desejei que o Mal comesse todo o seu bem querido, devorando-o barbaramente, com aflição, até cada pedaço seu cair vangloriando uma vida miserável já largada numa armadilha nefasta, minha vida. Disfarcei a raiva suprema milésimos depois, e internalizei a alma de volta pra que meu corpo não entrasse em combustão acidental. Lhe dei mentalmente o ultimato de que não adianta enganar seus próprios olhos de vida-nenhuma, fingindo a moralidade que não existe, porque só alimenta o pecado que aumenta a queda que vai matar você (o verme que cresce dentro você). O caminho que você escolheu pra não passar por mim, pode ter sido o pior, porque os lugares enfadados ao desagradável são os mais possíveis que se imagina.

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