quarta-feira, abril 16, 2008

JE SUIS UN TSUNAMI! - II

Lady Mariana insiste em me perturbar de novo. Leviana me fez lutar e devastar meu coração dizendo que era vendedora de jornal, me fazendo acreditar em ser feliz. De fascinação, eu
adorava quando o tempo passava e, diante dos meus olhos estava ela. Não consigo dormir. Mariana foi passado, presente foram os unicórnios, futuro meu, inferno decide. Eu jurava menina, que a srta. tinha sido só mais um erro e perdição e imaginação e alucinação de rua miada. Um inverno mal-aquecido, onde os pobres detestavam as nevascas. Tentei, colorindo o céu pintado à safira com balões gaseificados. Corri em meio à chuva enfurecida, que tentava me consolar absorvendo voluptosas lágrimas minhas. Pesquei n'um belo dia de sol, à margem de um rio de beleza mais que a sua... Pedia que o telefone tocasse, e me dissesse que era do céu. Você vândala de cortiço, que se transformou em sete faces e barrou tantas ruas que eu queria passar, me diga por quê? Por quê me deixaste tão triste? Por quê acabaste com meu coração? Por quê me machucaste tanto? Por quê? Gostaria que a sua pessoa se retirasse toda de mim. Seu tempo tempestuoso já se foi. Não desfrute de mais um coração. Deixo todos meus sonhos, minhas mágoas, minha coragem, minha dor, meu amor e o mais doloroso inferno que eu vivi pr' você.

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