O ônibus parou. Queria dá stop em tudo também. Correr pr'a casa o mais depressa, pegar meu caderninho bagunçado, e sentar de novo na janela de frente pr'aquela árvore de flores siiiimples estranhas escondidas, tomando a brisa das sete, enquanto penso como escrever o que acontece. Ali, eu só precisava de coisas únicas: duas mãos por perto e nada mais...
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