Ele era um amigo. No verão éramos como dois sóis que nunca existiu. No inverno éramos nuvens que se juntavam para formar a chuva. Na primavera éramos como borboletas que davam seu primeiro vôo. No outono... éramos as últimas folhas a cair da árvore. Mas ele sumiu, sumiu de tudo, sumiu de onde tudo é possível. Talvez ele já n'em se lembre mais de mim. Tempo já quase não existia. Lembrança era a mínima de cuidado desalegrado. Ia sobrando vazio. O esforço era pacato. Descolecionei tantas as perfeições pr'a me acostumar às novas coleções de sabão de palavras maníacas e coisas arrebatadoras. Talvez ele tenha conhecido gente menos tola e sistemática do que eu. Agora me embaracei sem pensar, porque sempre... era bobagem.
quarta-feira, setembro 03, 2008
PALAVRAS CARINHOSAS DISSOLVEM A SOLIDÃO!
Ele era um amigo. No verão éramos como dois sóis que nunca existiu. No inverno éramos nuvens que se juntavam para formar a chuva. Na primavera éramos como borboletas que davam seu primeiro vôo. No outono... éramos as últimas folhas a cair da árvore. Mas ele sumiu, sumiu de tudo, sumiu de onde tudo é possível. Talvez ele já n'em se lembre mais de mim. Tempo já quase não existia. Lembrança era a mínima de cuidado desalegrado. Ia sobrando vazio. O esforço era pacato. Descolecionei tantas as perfeições pr'a me acostumar às novas coleções de sabão de palavras maníacas e coisas arrebatadoras. Talvez ele tenha conhecido gente menos tola e sistemática do que eu. Agora me embaracei sem pensar, porque sempre... era bobagem.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário