segunda-feira, janeiro 09, 2012

PRAZER DE CABECEIRA!

Feche a boca pra não sentir o gosto do sangue que escorre do meu nariz à medida que me confundo entre um bem vivo mal-assombrado e e um bem vivo que não faz mal. Às vezes, em cima de você, me confundo com a moralidade que diz atormentar seu sono de maionese, e morro de medo de me sujar de verdade, deixando minha vida à mercê do pior que se já encontra, só com o gozo da vez seguinte. Não tenho nada pra  comemorar, mas tento achar, e evitar que chegue a notícia de que você não existe mais. Gosto de ser romântico, gosto da verdade, mas prefiro aquietar, gosto da luta, do risco de quebrar os ossos, e da fantasia de matar um a um que deleite um cativo seu. Em vão. Sou amante, você galante. Por agora, e trinta e duas noites a seguir, aperto meu desejo mais aflito.

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