Não tenho nada melhor pra fazer, então resumo o momento e evito o desperdício pensando em você. Me encontro em estado recuperável de deploração reagrupando os componentes fundamentais da vida, mas parece que a fundamentalidade da sua presença ainda não se fez inerente agora, nem em quase hora nenhuma que peço por você. Estou quase quieto e absorto na espera do sublime, seja o que for, pra me curar da enfermidade depressa, e ficar em paz com o coração vermelho que colei junto à sua foto sem que ninguém percebesse.

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