O pavor perpassa pelo coração, circula pelo corpo hospedeiro e se instala respondendo ao estímulo externo inerente que alerta a vida resguardada, ainda com um pouco de intenção. Que sou é esse que sou? Sou que soa como um gato amordaçado pelo próprio osso que rói, e não sabe o que faz. Um sofisma atestado na mente. Esse terror cínico que Deus conforta - todo dia. O dia que que tem pressa e não tem pressa. É tudo na menor contagem de tempo possível - a hora decrescendo termina onde? A pele gela, e não mais o susto pasma cada fato que se personifica no rosto. Compreensão desgasta, complica. ,Infelizmente, o corpo não é um botão.

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