quarta-feira, abril 09, 2014

ATORDOAMENTO!


Sou o primogênito dileto da Materna Escuridão que
Jamais deixara-me pertencer a lugar nenhum,
Afastando poetas e ectoplasmas desvairados.

Agora, jaz o ser putrefato
Sucumbindo no mesmo feudo doente que
Fez o diabo vomitar e cair
Em sagrado sofrimento.

Escorre a forma...
E paira, etéreo e eterno,
O desolamento de uma praga nefasta e
O gozo de um fim convulsivo.

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