Sou o primogênito dileto da Materna Escuridão que
Jamais deixara-me pertencer a lugar nenhum,
Afastando poetas e ectoplasmas desvairados.
Agora, jaz o ser putrefato
Sucumbindo no mesmo feudo doente que
Fez o diabo vomitar e cair
Em sagrado sofrimento.
Escorre a forma...
E paira, etéreo e eterno,
O desolamento de uma praga nefasta e
O gozo de um fim convulsivo.

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