Minha mãe disse “não solte minha mão”, mas sempre fui teimoso. E por isso, hoje faz três dias que vim parar nesse mundo diferente chamado “ “ e sou obrigado a conviver com seus moradores carinhosamente conhecidos como “coisa". Aqui ninguém me vê ou me ouve. Mas também não quero contar com ninguém, ao mesmo tempo que tenho uma essência naturalmente carente. É, estou completamente sozinho e sem nada verdadeiro, a não ser pela companhia de um líquido que posso desfrutar dez segundos por dia ou a telepatia com qualquer animal durante 10 minutos. Mas nunca é possível é ter os dois no mesmo dia. Difícil.
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