Mariana apareceu!Por quê? Oras "por quê"! Porque é assim que tudo funciona. Tudo gira n'um compasso aquático inexplicável. Mariana era doce, gentil, sensível, gostava de boa música e sempre chorava nos filmes do Luke Wilson. Ouvia eletro. Eu também. Indie era um vício. Ela adorava coisas de morango. Simpática com todos e, era um báu de coisas diferentes. Mariana fazia jazz, francês(já falava inglês tímido), lia Dostoyevisky, trabalha de manhã e estudava à noite. Se sobrava tempo? O pouco que lhe restava - mas pouco mesmo - aproveitava ao máximo. Era quando não estava sobrecarregada, talvez esquecia de tudo! Não falava comigo, n'em respondia as minhas mensagens, telefonemas... n'em contavam! Às vezes me impressionava de tanto pensar nela. Queria entrar em todo ser de Mariana e perceber e sentir e ver por que, o quanto e quando seu coração pulsava e no que ela pensava. Mero sonho. Me lembro perfeitamente do dia superchuvoso em que ela abriu seu guarda-chuva preto com listras amarelas - estilo Kill Bill - na beira da London Eye. Tava bem gravado na minha mente, por aquela fotografia. Mariana concerteza era uma incógnita que eu amava desde sempre sem perceber. Aqueles vestidinhos coloridos de bolinha e aquele sorriso indescritível, que me fazia sorrir também. Ela escorria suavemente pelas minhas mãos. Os desenhos dela nunca eram complemento dos meus. Ela adorava abstratos! Mariana era forte, resistia, seus sinais de fraquejo eram praticamente nulos. Era um infinito entendê-la. Sua estrela sempre aparecia pr'mim. Suas borboletas n'em sempre e, suas presença era necessariamente querida. Era claro que Mariana talvez se esquecesse de coisas. Era claro também que Mariana me fazia sonhar. Mas claro ainda que Mariana me levava à loucura e mais claro do que tudo, é que Mariana me esquecera.domingo, março 09, 2008
JE SUIS UN TSUNAMI! - I
Mariana apareceu!Por quê? Oras "por quê"! Porque é assim que tudo funciona. Tudo gira n'um compasso aquático inexplicável. Mariana era doce, gentil, sensível, gostava de boa música e sempre chorava nos filmes do Luke Wilson. Ouvia eletro. Eu também. Indie era um vício. Ela adorava coisas de morango. Simpática com todos e, era um báu de coisas diferentes. Mariana fazia jazz, francês(já falava inglês tímido), lia Dostoyevisky, trabalha de manhã e estudava à noite. Se sobrava tempo? O pouco que lhe restava - mas pouco mesmo - aproveitava ao máximo. Era quando não estava sobrecarregada, talvez esquecia de tudo! Não falava comigo, n'em respondia as minhas mensagens, telefonemas... n'em contavam! Às vezes me impressionava de tanto pensar nela. Queria entrar em todo ser de Mariana e perceber e sentir e ver por que, o quanto e quando seu coração pulsava e no que ela pensava. Mero sonho. Me lembro perfeitamente do dia superchuvoso em que ela abriu seu guarda-chuva preto com listras amarelas - estilo Kill Bill - na beira da London Eye. Tava bem gravado na minha mente, por aquela fotografia. Mariana concerteza era uma incógnita que eu amava desde sempre sem perceber. Aqueles vestidinhos coloridos de bolinha e aquele sorriso indescritível, que me fazia sorrir também. Ela escorria suavemente pelas minhas mãos. Os desenhos dela nunca eram complemento dos meus. Ela adorava abstratos! Mariana era forte, resistia, seus sinais de fraquejo eram praticamente nulos. Era um infinito entendê-la. Sua estrela sempre aparecia pr'mim. Suas borboletas n'em sempre e, suas presença era necessariamente querida. Era claro que Mariana talvez se esquecesse de coisas. Era claro também que Mariana me fazia sonhar. Mas claro ainda que Mariana me levava à loucura e mais claro do que tudo, é que Mariana me esquecera.
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