Hoje eu acordei, mas eu acordei sem vontade de sonhar sabe, pela primeira vez em tanto tempo. Aquele sonho que se sonha acordado, desejando, ansioso, sentindo o famoso frio na barriga, dando mini-risos entre os dentes, de imaginar, que um dia o mesmo poderia se realizar. Mas têm dias que os sonhos persistem, murmurando na cabeça, de fininho, mas como o tratamento Ludovico, alienante, incômodo e doloroso. Os sonhos se apresentam de tantas cores, como um beija-flor multicolorido num lindo vôo de bater asas apressadas, de tantas formas, como sentir o toque de mãos calorosas quase flamejantes, de tantas sonoridades como uma música que faz um passeio ouvido à dentro chegando até o miocárdio, e de taaaaantas as dimensões, como sentir a saudade de alguém na sua maior das incertezas. O dia vai passando, daí, à noite, você diz um "oi" para uma estrela, naquele mesmo brilho ridículo amarelo e, mesmo que nenhuma diga "oi" para você, então incosientemente você fecha os olhos e faz um pedido, o mais intenso, o mais bonito, e sonha para que ele ao menos seja ouvido e, enquanto isso, espera na calmaria da noite, até adormecer e adorme...cer e ador...me...cer! A manhã chega, e novamente as ruas, as grandes muretas de concreto, os canteiros de jasmim, e o frio do outuno, acordam e fluem juntamente com o sonho que vagarosamente vai chamando "A Saudade".domingo, março 09, 2008
TRIÂNGULOS!
Hoje eu acordei, mas eu acordei sem vontade de sonhar sabe, pela primeira vez em tanto tempo. Aquele sonho que se sonha acordado, desejando, ansioso, sentindo o famoso frio na barriga, dando mini-risos entre os dentes, de imaginar, que um dia o mesmo poderia se realizar. Mas têm dias que os sonhos persistem, murmurando na cabeça, de fininho, mas como o tratamento Ludovico, alienante, incômodo e doloroso. Os sonhos se apresentam de tantas cores, como um beija-flor multicolorido num lindo vôo de bater asas apressadas, de tantas formas, como sentir o toque de mãos calorosas quase flamejantes, de tantas sonoridades como uma música que faz um passeio ouvido à dentro chegando até o miocárdio, e de taaaaantas as dimensões, como sentir a saudade de alguém na sua maior das incertezas. O dia vai passando, daí, à noite, você diz um "oi" para uma estrela, naquele mesmo brilho ridículo amarelo e, mesmo que nenhuma diga "oi" para você, então incosientemente você fecha os olhos e faz um pedido, o mais intenso, o mais bonito, e sonha para que ele ao menos seja ouvido e, enquanto isso, espera na calmaria da noite, até adormecer e adorme...cer e ador...me...cer! A manhã chega, e novamente as ruas, as grandes muretas de concreto, os canteiros de jasmim, e o frio do outuno, acordam e fluem juntamente com o sonho que vagarosamente vai chamando "A Saudade".
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